quinta-feira, 10 de maio de 2012

JUDEUS E MUÇULMANOS MISSÃO DE LIDERES FORTALECIMENTO DOS LAÇOS ENTRE ELES



O rabino Michel Schlesinger é um dos cinco líderes religiosos judaicos que estão participando da primeira Missão de Líderes Muçulmanos e Judeus da America Latina, Estados Unidos e Canadá. Realizado em Washington (DC), o evento é organizado pela Fundação de Entendimento Étnico (FFEU) e pela Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA) e tem como objetivo a aproximação entre judeus e muçulmanos e o fortalecimento dos laços entre eles. A agenda inclui reuniões com a secretária de estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, com membros judeus e muçulmanos do Congresso dos Estados Unidos, e com os embaixadores do Brasil e da Argentina.

Congregação Israelita Paulista

quarta-feira, 2 de maio de 2012

LÃ DE TERNO ITALIANO VAI CONTER VAZAMENTO DE PETRÓLEO


A lã utilizada nos elegantes ternos italianos vai ajudar a limpar o mar de manchas de óleo em caso de vazamentos de petróleo.

Os proprietários de uma tecelagem em Biella, na Itália, terra da grife Ermenegildo Zegna, desenvolveram um protótipo capaz de absorver óleo em grandes quantidades.

A ideia surgiu quando os donos acompanhavam as notícias de um vazamento no golfo do México.

Toda lã absorve óleo e repele água, características importantes em caso de vazamentos no mar.

A empresa criou apenas uma versão mais resistente do que a usada nos ternos de luxo, usando lã bruta, de fios bem grossos e sem o tratamento que a transforma em tecido para roupas.

De acordo com a Tecnomeccanica Biellese, o material é capaz de absorver dez vezes o seu peso em petróleo, e já há um primeiro cliente, uma petroleira do Kuait

O material é reutilizável. Espremendo-a, o óleo sai.

Para conter um vazamento do tamanho do que ocorreu no golfo do México, seriam necessárias 10 mil toneladas do novo tecido. 

Jornal Folha de São Paulo

HORA CORRETA PARA BEBER ÁGUA

Beber água na hora correta maximiza os cuidados no corpo humano?

2 copos depois de acordar, ativa os órgãos internos.
1 copo 30 minutos antes de comer, ajuda na digestão.
1 copo antes de tomar banho, abaixa a pressão sanguínea.
1 copo antes de ir dormir, evita ataques do coração.

Mary enviou esta  Mensagem

MICROAGULHAS DE TEIA DE ARANHA DÃO INJEÇÃO SEM DOR

Agulha de seda

Pesquisadores usaram a seda que as aranhas usam para fazer suas teias para criar um novo sistema de microagulhas que injeta medicamentos sem dor.

Além do maior conforto, as microagulhas de seda podem liberar quantidades precisas de medicamento de forma controlada ao longo do tempo, e sem exigir refrigeração.

Como o processo de fabricação sem dá a temperatura ambiente e em água, os compostos bioquímicos mais sensíveis podem ser incorporados em seu interior.

As agulhas de seda são biocompatíveis e biodegradáveis.

Aplicação controlada de medicamentos
Os pesquisadores da Universidade de Tufts (EUA) demonstraram com sucesso a capacidade das microagulhas de seda para aplicar uma molécula grande, modelo das drogas enzimáticas, chamada HRP (do inglês horseradish peroxidase), a taxas controladas, mantendo a bioatividade da molécula.

Além disso, as microagulhas de seda carregadas com tetraciclina inibiram o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus, demonstrando o potencial das microagulhas para prevenir infecções locais.

"Ajustando as condições de pós-processamento da proteína de seda, e variando o tempo de secagem da proteína, fomos capazes de controlar com precisão a liberação da droga em experimentos de laboratório," disse Fiorenzo Omenetto, um dos inventores das microagulhas.

"O novo sistema resolve desafios de longa data para a aplicação de medicamentos, e acreditamos que a tecnologia poderá também ser usada em outras aplicações de armazenamento biológico," afirmou.

Injeção sem dor
Embora alguns medicamentos possam ser engolidos, muitos não sobrevivem à passagem pelo trato gastrointestinal, precisando ser aplicados por meio de injeções.

Sendo muito pequenas, as microagulhas não atingem a terminações nervosas da pele, o que elimina a dor das injeções tradicionais.

Diário da Saúde

CARPAÇA DE ESCORPIÃO INSPIRA ESCUDO BIÔNICO PARA MÁQUINAS


Inspirando-se no "escudo biônico" natural que o animal usa para se proteger contra as tempestades de areia do deserto, os cientistas desenvolveram uma nova forma de proteger máquinas e motores do desgaste.

Han e seus colegas explicam que a "erosão por partículas sólidas" é uma das principais causas de danos materiais e das falhas em equipamentos mecânicos, de simples canos e engrenagens a turbinas eólicas e bocais de foguetes.

Em alguns casos, filtros podem ajudar a remover as partículas, como nos motores de carros, mas ter superfícies mais resistentes à erosão pode ser uma opção mais simples e mais econômica na maioria dos casos.

E o escorpião do deserto parece ser especialista nisto, já que ele possui uma carapaça que evoluiu para permitir que ele sobreviva ao poder abrasivo das tempestades de areia.

Resistência à abrasão
Embora a carapaça do escorpião seja feita de um material duro, isso não é capaz de explicar toda a sua resistência à abrasão.

Os cientistas usaram então um scanner a laser 3D para fazer um mapa de alta precisão da superfície da carapaça do escorpião, que é cheia de microtexturas.

A seguir, eles fizeram uma simulação em computador para ver como a areia impacta sobre as diversas ranhuras da carapaça.

De posse desses dados iniciais, a equipe desenvolveu diversas variações da estrutura rugosa do animal, e partiu para os testes práticos, com várias intensidades de impacto de partículas.

"Os resultados mostraram que superfícies microtexturizadas apresentam melhor resistência à abrasão do que as superfícies lisas," escreveu o grupo.

Os pesquisadores concluíram que uma série de pequenos sulcos em um ângulo de 30 graus em relação ao fluxo de partículas dá a superfícies de aço a melhor proteção contra a erosão.

Site Tecnologia Ecológica

REFRIGERADOR NATURAL DE ARGILA AREIA E ÁGUA

 
Mohammed Bah Abba, um professor nigeriano advindo de uma família dedicada à cerâmica, bolou o Pot in pot (vaso dentro do vaso), um refrigerador natural que usa apenas argila, areia e água para obter resultados semelhantes ao de uma geladeira moderna. O sistema além de barato é facílimo de construir.

Como diz o nome, os dois elementos principais do Pot in pot são dois grandes vasos de argila de tamanhos diferentes. Um deve caber dentro outro e ainda permitir que uma camada de areia se interponha entre os dois. Feito isso é só molhar periodicamente a areia – em média duas vezes por dia. A evaporação da água rouba calor do vaso de dentro, onde frutas e verduras armazenadas se conservarão fresquinhas.

Um sistema típico pode custar apenas 2 dólares (preços locais) e conter até 12 kg de vegetais. Dentro dele, tomates e goiabas duram 20 dias contra 2 dias se deixados sem refrigeração. O ganho depende de cada verdura, mas é sempre um múltiplo do normal. Só existe um pré-requisito: o clima pode ser quente, mas deve ser seco para facilitar a evaporação. Sobre a utilização do método no Sudão, conta o site Science in Africa (Ciência na África):

No calor de Darfur, Hawa costumava perder metade da colheita que tentava vender diariamente no mercado de Al Fashir, a capital de Darfur do Norte, pois lhe faltava armazenamento adequado – não há eletricidade ou geladeiras – na sua pequena cantina (…). Mas agora ela vende produtos mais frescos e aumentou seus lucros. Desde que começou usar o sistema Pot in pot.

A ideia já tem alguns anos e rendeu a Mohammed Bah Abba os 75 mil dólares do prêmio Rolex de empreendedorismo 2000. Foi também considerada uma das invenções do ano pela revista Time em 2001. O invento mudou a vida de famílias pobres da África rural, mas pode ser usado por qualquer um que queira poupar um pouco de energia aproveitando as forças mais básicas da natureza.

Fonte: ecocidades

terça-feira, 1 de maio de 2012

SACOLAS PLÁSTICAS PODEM SER RECICLADAS EM FIBRAS DE CARBONO

O polietileno usado em sacolas plásticas pode ser reaproveitado para a produção de um material muito mais valioso do que o próprio material original:
fibras de carbono.

As fibras de carbono estão entre os materiais mais "high-tech" da atualidade, presentes em carros de corrida, equipamentos esportivos, aviões e sondas espaciais.

As sacolas plásticas, por outro lado, estão sendo banidas porque não são recicladas adequadamente, ainda que não exista ainda um substituto ambientalmente vantajoso.

Amit Naskar e seus colegas do Laboratório Oak Ridge, nos Estados Unidos, desenvolveram um processo que não apenas permite a utilização do polietileno para a fabricação de fibras de carbono, como também possibilita ajustar o produto final para aplicações específicas.

"Acreditamos que nossos resultados trarão para a indústria uma técnica flexível para fabricar fibras tecnologicamente inovadoras em inúmeras configurações, de aglomerados de fibras a não-tecidos de fibra de carbono," disse Naskar.

O novo processo, que está em processo de patenteamento, é descrito como uma "combinação de tecelagem multicomponente de fibras com uma técnica de sulfonação".

O produto final pode ter seu contorno superficial, assim como o diâmetro de cada filamento, ajustado com precisão durante o processo de fabricação - a precisão dessa manipulação alcança a escala dos nanômetros.

Outra possibilidade é a fabricação de materiais porosos, adequados para filtragem, catálise e colheita eletroquímica de energia.

"Nós mergulhamos o aglomerado de fibras em um ácido contendo um banho químico, onde ele reage e forma uma fibra negra que não irá se fundir novamente. É essa reação de sulfonação que transforma as fibras do plástico em uma forma não fundível," explica Naskar.

"Neste ponto, as moléculas plásticas se ligam, e não irão fundir ou fluir com novo aquecimento. A temperaturas muito altas, essa fibra retém a maior parte do carbono, enquanto a maior parte dos outros componentes volatiliza em diferentes compostos ou gases," complementa.

Ao falar sobre as aplicações possíveis do material reciclado, o pesquisador é lacônico: "as possibilidades são virtualmente ilimitadas".

Site Inovação Tecnológica