sábado, 31 de dezembro de 2011

CAMADA DE OZÔNIO FOI VIOLENTAMENTE AGREDIDA


Envenenar a Terra é o mesmo que envenenar a Placenta, que está alimentando teu filho.

Sou um ser vivo e meu nome é Terra. Sou a casa do Homem. Sempre o acolhi e ofereci de graça, para ele: Moradia, oxigênio, água e alimento.
Além de minha espetacular beleza...

O tempo passa e não sou honrada. Deus criou-me e abençoou-me. O homem foi formado do meu pó... Bem depois de mim! Deus entregou-me por herança ao homem. Como cuida de sua velha mãe, o homem deveria cuidar melhor de mim. Só tenho recebido abandono, desprezo, desamor e pouca importância.

Tudo o que consigo gerar, é para o uso humano e para outros seres que abrigo. Mas o homem é mesquinho, egoísta e quer ser o dono de tudo. Agride-me, fere-me e toma de mim, todas as minhas riquezas. Deixa –me cicatrizes profundas. A mina de diamantes, Leste da Sibéria [Rússia] fica próximo da cidade de Mirny. Tem 525 metros de profundidade e 1,25 km de diâmetro.

O petróleo é arrancado de minhas entranhas e isto só me enfraquece. Poços são abertos e incendiados, com intenções vergonhosas e sádicas.

O homem espalhou sobre mim, uma manta negra chamada asfalto. Com ela, não consigo transpirar como outrora. Sinto-me sufocada, febril e doente. Este cobertor de asfalto tem me dado muito calor. Não consigo tirá-lo, para refrescar-me.

Arrancaram minhas vestes e me desnudaram. Minhas matas e florestas estão sendo destruídas, adulteradas e saqueadas. Vejo parte de minhas cicatrizes... A assolação estendeu-se sobre meu corpo. Lançaram fogo sobre minhas vestes... Poucos correm para socorrer-me. Muitos estão cegos e insensíveis. Observam-me agonizando, enquanto contam seus lucros insaciáveis.

Estou sendo vergonhosamente atacada e dizimada, pela implacável crueldade humana. Antes, minha chuva molhava as plantações. Agora a chuva ácida, é provocada pelo homem, exterminando minhas vegetações.

Hidrelétricas possantes são construídas. Mas, a fauna, flora e rios, são sacrificados... As águas dos rios e dos mares, formam o meu sangue.

A camada de ozônio, minha proteção natural a teu favor, foi violentamente agredida.

Asfixiam-me com detritos e gases [monóxido de carbono]. Pequenos atos de educação, não jogando papel no chão, ou lixo nos córregos, já me ajudariam.

A poluição desenfreada, me contamina e me envenena, lentamente. Muitos seres estão pagando, com a própria vida. O homem pensa muito, em si mesmo.

Sinto-me sozinha e indefesa. Bombas atômicas são explodidas impiedosamente. Testes nucleares são constantemente realizados sobre mim. Mísseis e outros artesanatos nocivos são desenvolvidos, com a intenção de matar.

Minha superfície e biosfera, estão desequilibradas. Já não sou a mesma jovem do passado, sinto-me fraca. Não consigo mais controlar minhas reações. As vezes tenho tremores e sinto calores intensos, que não consigo esconder.

Degelo, aquecimento global e enchentes, são alguns sinais das enfermidades, que lançaram sobre mim.

Percebo que o homem realmente, não gosta de mim... É insensível aos meus tremores. Não ouve os meus gemidos e soluços. Mas, preciso gritar bem alto!

O homem não está percebendo minhas lágrimas... Minha voz está presente em meus sinais silenciosos...

Sou uma das pequenas engrenagens do Universo. Observo inúmeros objetos lançados pelo homem, formando ao meu redor, o lixo espacialDepois não reclamem, não exijam nada de mim...

O homem acendeu uma bomba relógio contra si. "Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará." Gálatas 6 : 7

Existem muitas bandeiras, que devem ser respeitadas, não é? Existem muitas leis... E eu [a Terra], que te alimento e te carrego no colo, de dia e de noite... Tenho algum direito?

Ouça meus últimos gritos: .. Socorro! Ajuda-me! .. . Ainda dá tempo... Não me deixe ficar estéril. Tenho um compromisso contigo. . . . Mesmo ferida... . Preciso produzir grãos e alimentos. Para que possas viver! Esta é a tarefa que recebi de Deus: Cuidar de Você! Com proteção e Amor!

O Homem perdoará, às vezes.
A NATUREZA , não perdoará NUNCA

http://www.slideshare.net/

MINA DE DIAMANTE SERÁ TRANSFORMADA EM CIDADE SUSTENTÁVEL


A segunda maior mina já escavada pelo homem, em Mirny, no leste da Sibéria, tem cerca de 550 metros de profundidade e um quilômetro de diâmetro. Em breve essa área inutilizada será renovada por uma empresa de arquitetura da Rússia.

O Estudo de Arquitetura Russo (AB Ellis) acaba de tornar pública a ideia ambiciosa de transformar esta mina desativada em uma cidade subterrânea. A Eco-City 2020 pretende dar vida às regiões de condições metereológicas extremas tanto de inverno quanto de verão como as da Sibéria. O projeto, como o próprio nome diz, deverá ser entregue em 2020.

A mina de Mirny é a segunda maior cratera escavada pelo homem, trata-se de uma antiga mina de diamantes a céu aberto. Os planos recentemente revelados desta enorme cidade, contruída para ser ambientalmente correta, certamente vai chamar atenção dos ambientalistas.

Se a Rússia é conhecida por suas bombas, este novo projeto certamente vai renovar sua imagem. Esta cidade terá uma cúpula de vidro para cobri-la e para manter a temperatura constante durante todo o ano e proteger a metrópole dos invernos congelantes da Sibéria que chegam a atingir a temperatura de - 40º C. Esta proteção de vidro também está programada para ser coberta por células fotovoltáicas avançadas, capazes de coletar grande quantidade de energia solar para geração de energia.

De acordo com estimativas da empresa, a cidade verde pode atrair turistas e acomodar até 100 mil pessoas e casas de nível residencial. Todo o complexo se construiria na vertical, em três níveis principais, ao redor de um grande núcleo central, que abrigaria a maior parte das infraestruturas como fazendas verticais, florestas e áreas de lazer bem como o centro de investigação. A área residencial ficaria no primeiro nível e teria terraços exteriores com vistas para um bosque no centro da cidade, criando assim, um ambiente com total harmonia com a natureza construída. O deslocamento de um nível para o outro seria todo na vertical. A prioridade da Eco-City 2020 é a qualidade de vida dos habitantes. Com regras ambientais rígidas, tudo o que for porduzido ali será ambientalmente sustentável e reciclável.

A ideia de criar uma cidade como esta surgiu da necessidade de recuperar uma área devastada, sem utilidade e totalmente improdutiva com condições metereológicas extremas. A Eco-City 2020 será um exemplo mundial de recuperação e um incentivo aos esforços ambientais que o governo Russo está fazendo para recuperar a Sibéria, região de grande diversidade ambiental maltratada pelo governo socialista do Kremlin durante a guerra fria.

ciclovivo.com.br

A ÁGUA DOS OCEANOS TEM SIDO TRAZIDA A BORDO DE COMETAS



Observações do cometa Hartley 2 pelo telescópio espacial Herschel deram novas pistas que reforçam a teoria de que os cometas abasteceram uma parcela significativa dos oceanos da Terra.
 
Os cientistas acreditam que os oceanos da Terra se formaram cerca de 8 milhões de anos depois que o próprio planeta.
 
Nenhuma teoria para explicar a origem da água, surgindo espontaneamente na Terra nascente. Por isso os cientistas têm estado mais confortáveis com a ideia de que a água dos oceanos tenha sido trazida de algum outro lugar, a bordo de cometas - embora ninguém nunca tenha sugerido a fonte dessa água ou mesmo tenha calculado quantos cometas tenham que ter caído aqui para trazer tanta água.
 
"A vida não existiria na Terra sem água em estado líquido, e assim, as perguntas de como e quando os oceanos vieram parar aqui é uma questão fundamental", disse Ted Bergin, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. "É um grande quebra-cabeças e essas novas descobertas são uma peça importante. "
 
Medições realizadas pelo instrumento HiFi a bordo do Herschel indicam que o gelo no cometa Hartley 2 tem a mesma composição química dos oceanos.
 
Ambos têm uma taxa D/H semelhante - a relação D/H é a proporção de deutério, ou hidrogênio pesado, em relação ao hidrogênio comum. Um átomo de deutério é um hidrogênio com um nêutron extra em seu núcleo.
 
Esta é a primeira vez que água similar à dos oceanos foi detectada em um cometa.
Outros seis cometas rastreados com o mesmo instrumento nos últimos anos apresentam uma relação D/H muito diferente dos nossos oceanos, o que significa que tais cometas não poderiam ter sido responsáveis por mais do que 10 por cento da água da Terra.
 
Os astrônomos supõem que o Hartley 2 tenha-se formado em uma parte diferente do Sistema Solar. Ele provavelmente se formou no Cinturão de Kuiper, que começa perto de Plutão, enquanto se acredita que os outros seis se formaram na Nuvem de Oort, uma nuvem hipotética que se acredita existir a cerca de um ano-luz do Sol.
 
Site Inovação Tecnológica

CATARATAS DO IGUAÇU A MAIOR FÁBRICA DE ARCO-ÍRIS DO MUNDO

O arco-íris não precisa de chuva para nascer

As fábricas geradoras mais eficientes são as cachoeiras. Quem vai às Cataratas do Iguaçu em um belo dia ensolarado, recebe um presente adicional da natureza: uma coleção de arco-íris. Os ingredientes para o fenômeno são simples: luz solar e gotas de água.

A luz do sol que bate na água pulverizada ajuda a manter um constante arco-íris nas diversas cachoeiras do rio Iguaçu.

Quase todas as quedas das majestosas Cataratas do Iguaçu criam elegantes arcos multicoloridos a qualquer hora do dia. O importante é a posição do sol – que deve estar sempre nas costas – e do chuvisco de água, à frente do observador.

Quando a combinação de luz e água é perfeita, o fenômeno cria uma segunda curva, um pouco mais acima. É o resultado da reflexão dupla da luz nas gotas de água. Extasiado pelo prodígio natural, descubro que a sequência das cores no arco adicional, mais tênue, está invertida. No arco-íris principal, o vermelho (que possui uma onda de luz mais longa) situa-se no exterior e o azul no interior. Já no arco secundário, as posições estão trocadas.
Um duplo arco-íris nos saltos Mbigua e Bernabé Mendez, do lado argentino
O segundo arco-íris (mais alto) leva as cores na ordem inversa


A Mata Atlântica que rodeia os saltos está, a cada década, mais saudável e protegida. Até a qualidade da água parece ter melhorado. O que varia é o fluxo e a cor do rio Iguaçu. Durante a cheia, a água fica mais barrenta; quando a corrente é menor, é esverdeada. Nessa época do ano, a água está clara e aproveito os dias de sol para dar um objetivo adicional à minha jornada: identificar os melhores lugares para fotografar arco-íris nas cataratas.

O Parque Nacional do Iguaçu é o mais visitado do Brasil. Em 2008, mais de um milhão de pessoas avistaram as cataratas do nosso lado. Mas os pontos de observação são limitados pela nossa geografia e os turistas acabam se amontoando nos lugares clássicos: a plataforma perto do Hotel das Cataratas, o salto Santa Maria e o caminho que leva até essa cachoeira.

O Santa Maria é um dos poucos saltos nacionais. A melhor vista é da passarela construída sobre um trecho do rio. Estou de frente para a cachoeira e o sol está nas minhas costas. Sinto na face o vento criado pela força da queda d’água. Essa brisa molhada é o componente essencial para a criação de mais um arco-íris. A curva colorida vai de uma ponta à outra, cruzando o salto.

Ando na passarela e o fenômeno ótico segue meus passos. Se a intensidade da névoa diminui, o vigor das cores também desvanece. Escolho o momento e local ideal para registrar aquilo que apenas meus olhos enxergam. O arco-íris é uma ilusão ótica e não algo palpável. O ângulo de visão sempre é pessoal e único, diferente daquele da pessoa que está a seu lado.
Um arco-íris cruza todo o Salto Santa Maria, a cachoeira brasileira mais visitada
O sol precisa estar sempre atrás do observador .

Para ser completa, a visita a esse Patrimônio Mundial precisa incluir o Parque Nacional Iguazú, na Argentina. Como o fluxo principal do rio – aquele que define legalmente a linha da fronteira – corre mais próximo ao Brasil, em nosso território ficamos apenas com uma sequência curta de cachoeiras de 500 metros de extensão, que vai do Salto Santa Maria à Garganta do Diabo. Os argentinos não só possuem uma fileira semelhante de cataratas na outra margem do cânion do Iguaçu, como também um grande complexo de cachoeiras ao redor da ilha San Martin, um quilômetro adiante. Calculei, com ajuda do Google Maps, que quase 70% das águas despencam do lado do vizinho.
Quanto mais água e luz, melhor para minha caça aos arco-íris. Visito o Salto Bossetti ao meio-dia e a posição do sol cria um arco colorido embaixo das águas, como se estivesse recebendo a enxurrada. Encerro a tarde com chave de ouro, na plataforma da Garganta do Diabo. O sol ilumina o coração das cataratas e estou no eixo correto fonte de luz–observador–água. O vigor das quedas não cria apenas a brisa necessária para um constante arco colorido, mas molha todos os visitantes.
Um longo arco-iris, fotografado no país vizinho, divisa entre Brasil e Argentina

É fácil perceber porque as Cataratas do Iguaçu atraem tanta gente. Qualquer uma das cachoeiras, se isolada, seria considerada uma visita obrigatória. Imagine encontrar 275 diferentes! É um lugar que clama por superlativos, onde a beleza da natureza e a força da água inspiram qualquer pessoa. Tudo aqui é muito intenso e grandioso. A única coisa bem pequena somos nós, seres humanos.

colunas.revistaepoca.globo.com

USINA PARA GASEIFICAR BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR


O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) irá construir uma usina-piloto de processamento de bagaço de cana-de-açúcar.
 
A usina, que pretende dar um destino mais nobre ao material hoje queimado, deverá não apenas gerar energia elétrica, como substituir plásticos derivados do petróleo.
 
A usina deverá entrar em atividade em três anos no município de Piracicaba, no interior de São Paulo, e servirá de modelo ao setor sucroalcooleiro.
 
O projeto da usina foi apresentado ao ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, e ao vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos. Os governos federal e estadual, juntamente com empresas privadas, vão investir R$ 110 milhões na construção da planta-piloto.
 
A ideia do projeto é testar a eficiência da tecnologia de gaseificação do bagaço da cana-de-açúcar.
 
Na gaseificação, o bagaço é posto em uma caldeira e queimado por uma espécie de maçarico gigante. Da queima é gerado um gás, chamado gás de síntese.
 
O gás de síntese terá três aplicações práticas: geração de energia elétrica, produção de biocombustível líquido (etanol) e como precursor de biopolímeros, que são os monômeros de produção do plástico.
 
Esse processo já é conhecido pelos pesquisadores brasileiros, mas ainda não é aplicado em grande escala. A usina do IPT será a primeira a fazer isso com um grande volume de bagaço de cana.
 
Se o potencial for comprovado, especialistas estimam que o Brasil "ganharia uma nova Itaipu" só com o aumento da produtividade das usinas.
 
"O processo pode triplicar o potencial de geração de energia das usinas", afirmou o diretor superintendente do Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), Nilson Zaramella Boeta. "Seria uma outra Itaipu produzindo energia."
 
Em 2009, por exemplo, o Brasil colheu 650 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. Essa quantidade gerou 210 milhões de toneladas de biomassa. Segundo o IPT, caso essa biomassa fosse gaseificada, geraria R$ 24 bilhões em energia elétrica.
 
Para Mercadante, o projeto da usina piloto é importante porque trata de um setor no qual o Brasil é líder, o sucroalcooleiro, e também de uma tecnologia sustentável. Segundo o ministro, a usina potencializará a produção da energia com o emprego do bagaço da cana. "Em vez da queima, vamos ter o uso para produção de energia limpa."
 
O vice-governador Afif Domingos ratificou o apoio do governo paulista à iniciativa. Disse que o projeto é importante e segue uma linha que deveria ser exemplo para outros centros de pesquisa do país. "A aproximação da ciência com interesse de empresas é sinônimo de inovação. É isso que perseguimos."

IPT

BIO-ÓLEO BIOASFALTO VERDE ÓLEO VEGETAL

 
Ao estudar os efeitos da adição de óleo vegetal ao asfalto comum, um engenheiro norte-americano pode ter descoberto um asfalto verde, um possível substituto para o asfalto à base de petróleo.
 
O professor Christopher Williams, da Universidade do Estado de Iowa, estava testando composições capazes de aguentar melhor as intensas variações de temperatura a que os asfaltos estão sujeitos, sobretudo no Hemisfério Norte, com nevascas severas onde não nevava há anos, e verões que batem recordes de temperatura ano após ano.
 
Mas o resultado foi muito melhor do que o esperado - o asfalto não apenas assimila uma parcela maior de bio-óleo do que o esperado, como também sua qualidade aumenta muito, em condições de rodagem e em durabilidade.
 
Nasceu então o bioasfalto, cujos primeiros testes começaram a ser feitos neste mês. Os ganhos começaram a ser verificados já na aplicação, uma vez que o bioasfalto pode ser aplicado a uma temperatura menor do que o asfalto tradicional de petróleo.

Como esses primeiros testes serão focados na durabilidade e na resistência às variações de temperatura, os pesquisadores escolheram uma ciclovia na própria universidade como laboratório.

O monitoramento sobre o bioasfalto será feito durante um ano, para cobrir todas as estações.

O professor Williams afirma que o bioasfalto permite que a mistura à base de petróleo seja substituída parcialmente por óleos derivados da biomassa de diversas plantas e árvores.

O bio-óleo utilizado no bioasfalto é criado por um processo termoquímico chamado pirólise rápida, no qual talos de milho, resíduos de madeira ou outros tipos de biomassa são aquecidos rapidamente em um ambiente sem oxigênio.

O processo produz um óleo vegetal líquido que pode ser usado para a fabricação de combustíveis, produtos químicos e asfalto.

O processo gera ainda um produto sólido chamado biocarvão - um carvão vegetal - que pode ser usado para enriquecer os solos e para remover gases de efeito estufa da atmosfera.

Site Inovação Tecnológica

PNEUS MATÉRIA PRIMA É O AÇÚCAR COMUM,



Você gostaria de usar um pneu verde em seu carro?
Mas não se preocupe com a estética, uma vez que o verde refere-se a ambientalmente correto.

A Goodyear e a Michelin uniram-se com empresas do setor de biotecnologia para desenvolver novas matérias-primas para pneus - matérias-primas que sejam totalmente renováveis. E a escolha está recaindo sobre o açúcar - logo, os pneus ambientalmente corretos serão não apenas verdes, mas também doces.

Os primeiros protótipos desses "bio-pneus" já estão prontos e em testes, embora as empresas afirmem que ainda levará de 3 a 5 anos para que eles cheguem ao mercado.

A principal matéria-prima para os pneus é o petróleo, embora utilize-se também a borracha natural, que é renovável - gasta-se cerca de 30 litros de petróleo para fabricar um pneu de um carro médio.

A Genencor, empresa de biotecnologia parceira do projeto, desenvolveu micróbios que imitam o processo natural que a seringueira usa para produzir o látex.

Esses micróbios usam como matéria-prima o açúcar comum, produzindo um composto químico chamado isopreno, hoje um derivado do petróleo.

Trocando alimentos por pneus
A notícia não é boa para o mercado de etanol no Brasil.
As usinas geralmente optam por fabricar açúcar em vez de álcool por ser o açúcar uma commoditie internacional, cotada em dólar, enquanto o etanol tem um mercado predominantemente doméstico.

Uma maior demanda por açúcar deverá exercer uma pressão de alta no mercado internacional do produto, reforçando a necessidade do desenvolvimento do chamado biocombustível de segunda geração.

A iniciativa das empresas também deverá encontrar resistência por competir com os produtos alimentícios.

Enquanto, no Brasil, o etanol compete com o açúcar, nos Estados Unidos o biocombustível é feito sobretudo à base de milho.

Site Inovação Tecnológica