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quarta-feira, 7 de julho de 2010

FILTROS QUE TRANSFORMAM RESIDUOS TÓXICOS EM ÁGUA POTÁVEL

No Oriente Médio, a água é quase uma raridade, mas as invenções para o maior aproveitamento deste grande bem natural estão em alta. Especialistas israelenses revelaram recentemente seus últimos modelos em tecnologia da água. São filtros que cabem na palma de mão e transformam resíduos tóxicos em água potável, aparelhos que absorvem a umidade e fornecem água até no deserto, e ainda dispositivos portáteis que podem identificar toxinas químicas em apenas alguns minutos.

Expositores fizeram uma apresentação apoiada pelo governo de Israel a fim de comercializar seus produtos para investidores estrangeiros. Entre as novidades, o “Solar Dripper”, uma construção tubular que suga água a partir do ar quente. De acordo com o chefe-executivo da empresa, Eitan Bar, a invenção funciona com base na teoria de que quase todo ar contém algumas partículas de água. Basta haver 15% de umidade relativa ou mais e é possível ter água a partir de energia solar.

Um outro pesquisador, Barnie Frieder encontrou uma forma de abastecimento de água potável para quem só têm acesso a águas navegáveis poluídas. Ele demonstrou usando um filtro do tamanho da palma da mão com conector patenteado que cabe em qualquer garrafa e afirmou que “não precisa se preocupar com as matérias contidas na água, é só colocar uma pastilha de cloro e esperar oito minutos”. Como num toque de mágica, ao abrir a garrafa, a água torna-se potável. Em uma área onde a segurança é tudo, uma outra invenção encontrou uma forma de verificar se alguma fonte de água foi adulterada.

Embora não seja necessariamente usado apenas para monitoramento da água, o sensor visual pode enviar uma imagem para o seu celular caso alguém tente roubar algo ou envenenar a água. Como grande parte do abastecimento de água em Israel e nos países vizinhos provém de fontes subterrâneos, cada vez mais os poluentes preocupam os estudiosos. Para isso, uma solução poderia ser o “luminômetro portátil” que, em apenas 15 minutos, comprova se há algum elemento tóxico. É possível usar este sistema para determinar um amplo espectro de produtos químicos tóxicos que poderiam ser colocados na água, intencionalmente ou por acidente. Entre as tecnologias em exposição também estiveram: métodos de irrigação, tratamento de resíduos e técnicas de dessalinização. Segundo o Ministério da Indústria, do Comércio e do Trabalho Israelense, as exportações da tecnologia israelense de água trouxeram US$ 1 bilhão para o país em 2006, um valor que o governo pretende duplicar até 2010. Jornal Alef