sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

AMAZÔNIA COLÔNIAS ATLANTES

Recentemente, a Revista Science e a BBC publicaram uma reportagem relativa à descoberta efetuada na área abrangida pela Floresta Amazônica Brasileira - precisamente na região do Alto Xingu - onde os Arqueólogos encontraram: "Um complexo de habitações antigas nas quais habitaram cerca de 50 mil pessoas, representado por conjuntos de casas e pequenos vilarejos ligados por uma complexa rede de estradas, grandes muralhas e conectados por largas praças centrais, além de represas e lagos artificiais", segundo afirmaram os cientistas que analisaram as imagens por satélite referentes a essa área! - "

"Se avaliarmos a cidade medieval mais comum ou a Pólis grega habitual, a maior parte delas é mais ou menos do tamanho do que encontramos na Amazônia. Apenas que estas últimas são muito mais complexas do ponto de vista do planejamento" - declarou o Dr. Mike Heckenberger, Antropólogo da Universidade da Flórida, comprovando, assim, a elevada evolução cultural daquele misterioso povo. E aquele cientista acrescentou: - "Eles tinham notáveis planejamentos e organização, muito mais do que os clássicos exemplos do que chamamos de urbanismo"
A vastidão impenetrável de toda a Floresta Amazônica
está mesmo repleta de PIRÂMIDES e de velhas ruínas
deixadas por uma evoluída civilização do passado
Imagem  Google Earth mostra uma  
Pirâmide perdida na Selva Amazônica Brasileira

Duas pirâmides do Egito, sendo a da parte superior na imagem
a (colossal) Grande Pirâmide de Gizé.....
....  mesma imagem devidamente planificada.....
Duas "simples montanhas" não?
Outra pirâmide em meio à selva brasileira, onde se situaria AKAKOR - uma das três lendárias "Cidades perdidas dos deuses", há milênios engolidas pela vegetação hostil e impenetrável. Pirâmides? SIM,pois tudo, então, nos remete ao Antigo Egito, uma colônia afastada de uma grande civilização perdida!
A construção acima, outrora, imponente - jaz soterrada há milênios, fazendo parte de um enorme complexo, talvez com as suas ramificações subterrâneas - bem ao estilo dos segredos do Antigo Egito.
Viajantes das estrelas, somos peregrinos - almas viajantes dessa maravilhosa vastidão resplandecente que nos cerca, Obra maravilhosa do Sempiterno Deus! Cada um de nós - cada uma raça, cada povo, cada nação - temos missões bem definidas a desempenhar.
Tudo tem o seu propósito, tudo tem o seu Tempo. A Teoria da Evolução é uma farsa, e cada vez mais a verdadeira Ciência tende a provar isso.

Os Cro-magnon e os Neanderthals jamais foram os nossos ancestrais. Muito menos os primatas! - "Como homem conseguiu seu cérebro, essa maravilha que o tornou a espécie dominante neste mundo?" - esta é, portanto, a pergunta que aflige as mentes científicas mais investigativas.

Sabe-se que o chamado Homo Sapiens sapien - surgiur abruptamente no cenário da Terra. Já está provado que no hipotético "relógio" da longa evolução terrestre, nos seus hipotéticos 60 minutos, ele surgiu apenas no "último desses minutos"! De onde teria vindo então? Não existem mutação entre as espécies e tampouco gerações espontâneas no sentido de ser criado, ao acaso, uma ser altamente senciente e inteligente assim de uma hora para outra.

A resposta maior de todas, deverá certamente advir das estrelas mais distantes, tão numerosas quanto todas as areias dos mares da Terra - as mais distantes estrelas que, um dia qualquer, trouxeram a LUZ ao cérebro, a Perfeição Cósmica ao corpo maravilhoso do homem.

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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

AMAZÔNIA OCULTA


A vasta Floresta Amazônica, a maior de todo o planeta e justificadamente considerada "O Pulmão do Mundo", ocupa quase que cinqüenta por cento do território da América do Sul, atingindo vários países, tais como Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Bolívia e - na sua maior parte - o Brasil.
E o estonteante mistério do Jângal começa precisamente em todas as três América (Norte, Central e Sul), indicando uma estranha origem comum que o liga a uma muito antiga e evoluída cultura que habitou a Terra em épocas remotíssimas e esquecidas! Na foto acima, você vê um misterioso bloco de pedra, encontrado profundamente escondido em meio às ruínas de uma igreja do Século VI, em Yucatán - México, ela registrar nos seus relevos os CARACTERES ALFABÉTICOS de uma linguagem desconhecida - a qual de maneira alguma poderia ser atribuída aos Maias, uma vez que estes não conheciam e jamais se utilizaram de uma forma de escrita alfabética!
Um amigo nosso, experiente piloto de helicópteros que voou durante muito tempo naquelas paragens, soube por intermédio dos índios que O RIO AMAZONAS TEM AFLUENTES DESCONHECIDOS - ORIUNDOS DO SUBSOLO TERRESTRE e, portanto, vindos sabe-se lá de onde! E ele, descrente mas não por muito tempo, até mesmo foi levado pelos silvícolas a um desses desaguadouros, tendo efetivamente comprovado essa espantosa realidade!
As pirâmides são, ou foram, uma espécie de "marca registrada" dessa antiga cultura que habitou (ou se refugiou) nas Américas. Essa placa totalmente elaborada em ouro (foto) foi encontrada na misteriosa rede de túneis subterrâneos do Equador!Toda a América do Sul, aliás, está pontilhada pelos vestígios de uma antiga civilização, que antecedeu em muito às civilizações pré-colombianas conhecidas.  Na foto, à beira da Floresta Amazônica, no Peru, as intrigantes ruínas de Pachacmac, vendo-se os restos de uma colossal pirâmide - tão antiga quanto a noite dos tempos!
Já em território brasileiro e na região fronteiriça da Floresta Amazônica com o Peru, outra espantosa ruína de uma imensa pirâmide!
Aqui, na mesma região, restos de pirâmides inteiramente carcomidos pelo tempo!
Em 1977 uma enorme extensão da Floresta Amazônica foi queimada para fins de cultivo pelos habitantes locais e surpreendentemente foi revelada a existência de uma verdadeiro complexo de ruínas geométricas no Estado do Acre e nas áreas adjacentes às fronteiras com a Bolívia e o Peru, cujos absolutamente simétricos traçados oscilavam entre 50 a 350 metros de extensão - algo somente comparável às figuras existentes no Planalto de Nazca, no Peru. Por sinal, ali também foram encontrados objetos cerâmicos, além de artefatos contendo estranhos e desconhecidos caracteres alfabéticos! Os perfeitos geóglifos, compostos por belíssimos círculos e retângulos - tal como em Nazca - somente se fazem perfeitamente compreensíveis a partir do ar, desde uma altitude de 1500 metros! Embora alguns antropólogos julguem que este complexo de ruínas antedata a 2500 anos, existem indícios que a estranha cidade que esteve sepultada pelas densas selvas tenha sido construída há cerca de 13 mil anos, quando aquela área antes de se tornar floresta esteve preenchida pelas savanas.

Contudo, é mesmo no Brasil que a colossal Floresta Amazônica revela toda a sua intensidade.  Conhecida como "A terra sem céu" pelo fato de a sua milenar vegetação ser tão espessa que a luz do dia não atinge o solo, e também ". Animais povoam toda a sua região. Incrivelmente, até mesmo nas águas do Rio Amazonas existem GOLFINHOS adaptados à água doce e dotados de uma bela tonalidade rósea - conhecidos na região como "botos-rosa". E até os terríveis predadores marítmos, os Tubarões, já foram avistados naquela águas, muito distantes do mar, acreditando-se que venham através das grandes correntes fluviais, para promover as suas caçadas.

Há, também, espantosos enigmas como certas tribos indígenas compostas por ÍNDIOS BRANCOS (que por sinal jamais tiveram qualquer contato com os brancos) e além de tudo dotados de rara beleza - diametralmente divergentes dos padrões conhecidos na região! Quando se pergunta a sua origem dizem desconhecer, mas sabem apenas que os seus mais remotos ancestrais VIERAM DO INTERIOR DA TERRA..... Depois de uma grande inundação! (FOTO: Jacques Costeau)
Os pilotos de aviões e helicópteros que perigosamente ganham as suas vidas sobrevoando aquela região hostil e desconhecida estão mais do que acostumados a ver coisas verdadeiramente surpreendentes. Esta estonteante foto, obtida em 1981, foi tomada de bordo de um avião quando, ao nascer do sol, uma imensa pirâmide foi avistada em meio às densas selvas brasileiras!
Foto mais aproximada de um outro vasto complexo piramidal,  Sua antigüidade é tanta que a impiedosa floresta as cobriu inteiramente. Essas inegáveis pirâmides estão situadas em um local inteiramente inacessível e atingi-las é, portanto, absolutamente impossível, estão espalhadas pelos lugares mais inusitados e ainda inexplorados em meio às densas e impenetráveis selvas da Floresta Amazônica, por exemplo, os modernos satélites as tem detectado.
Na fronteira com o Peru, uma foto de satélite revelou uma série de imensas pirâmides, literalmente engolidas pelas selvas densas e hostis!
São nada menos que 12 delas, simetricamente dispostas, assim como constatou o pesquisador norte-americano Rick Richards. (Diagrama: Rick Richards)
A Floresta Amazônica, atinge toda a parte superior do Continente Sul Americano, acha-se mesmo repleta de estruturas piramidais, assim como atestam as mais recentes fotos tomadas pelos modernos satélites..... Portentosos monumentos erigidos por uma desconhecida civilização quando essa gigantesca floresta nem mesmo existia!

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AMAZÔNIA TERRITÓRIOS ATLANTES E EGÍPCIOS

Surpreendente imagem das colossais ruínas da enigmática Meroé, obras de uma desconhecida e muito evoluída cultura (muito possivelmente uma colônia atlante) que posteriormente dera origem à Civilização Egípcia! 

Meroé se trata de um dos maiores enigmas da Arqueologia, pois suas pirâmides, relevos, divindades e até mesmo uma forma de escrita hieroglífica - tudo de caráter nitidamente proto-egípcio - não deixam margens a quaisquer dúvidas!
Formação não natural nos confins da Região Amazônica, restos de uma antiga pirâmide, ou templo sob o formato de um UFO já totalmente encoberto pela vegetação implacável. Ocorreu um "corte" na extensa paisagem para possibilitar 
a chegada das águas de um rio ao local! 
Antiga escultura encontrada em ruínas no Peru, oficialmente atribuída à Civilização Incaica, bem mais antiga do que ela - intriga os estudiosos. Assim como em Meroé, no distante Continente Africano, possui características faciais e um toucado egípcio.... PROTO-EGÍPCIOS
Complexo piramidal espalhado por todo o continente da América do Sul pouco a pouco começa a ser descoberto! Uma verdadeira "cinta" de antigos e portentosos monumentos, muitos dos quais ainda ocultos pelas densas selvas da Floresta Amazônica!

O território brasileiro nas suas regiões Norte, Nordeste, Noroeste e Centro-Oeste acompanha essa sucessão de monumentos perdidos - obra de uma desconhecida civilização que antecedeu em muito as conhecidas culturas pré-colombianas, estas certamente um fraco arremedo de uma grandiosidade inimaginável advinda de um passado muito mais remoto. 

A vasta floresta hostil, vista no mapa à direita e já no Brasil, guarda indubitavelmente muitos mistérios e segredos - infinitamente maiores do que isso!
Brasil, o "país-continente", engloba a maior parte do território da América do Sul e a imensa e impenetrável Floresta Amazônica, ainda inexplorada, atinge e se espalha pelos Estados do Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Tocantins.
Nas regiões fronteiriças do Brasil vestígios colossais de antigas pirâmides, templos e escadarias - todos eles na maioria das vezes acompanhados por estranhos rostos que fitam o céu.

Meios iniciáticos já sabem há milênios que "Instrutores vindos depois do período lemuriano" edificaram um templo que se encontra no "centro de um outro grande continente" - precisamente - e de acordo com as pistas dos velhos registros - onde hoje encontramos a América do Sul.
Misteriosa América do Sul em Caral/Peru, fotografias aéreas tomadas sobre uma região montanhosa inexplorada e situada a uma grande altitude mostram antigos vestígios de velhas pirâmides e outras edificações
Túcume, no Peru
além das pirâmides,os inegáveis vestígios de uma antiga cidade.
O satélite SPOT-II. localizou e mapeou essa outra enorme linha de pirâmides, velhos templos e edificações, na região de Paratoari, ainda no Peru e sempre em meio às selvas amazônicas - tudo visto à direita em negativo.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

BIOMASSA FLORESTAL BIORREFINARIAS

A biomassa florestal proveniente de plantios de espécies nativas ou exóticas tem sido tradicionalmente usada como lenha e para a produção, principalmente, de carvão vegetal, papel; celulose, madeira serrada, placas de madeira, extração de resinas, óleos essenciais e móveis. Entretanto, a situação da silvicultura brasileira e as condições e demandas do mercado mundial exigem busca de novos produtos baseados em processos e tecnologias inovadoras.

O uso integral da biomassa florestal, incluindo seus resíduos no campo (galhos e troncos finos) e aqueles gerados nas indústrias (serragem, maravalha, costaneiras e pontas) trará maior sustentabilidade e rentabilidade para a atividade silvicultural e para toda a complexa cadeia produtiva que a viabiliza.

Embora o processo de combustão ou queima direta da madeira e dos resíduos usado tradicionalmente para gerar energia elétrica e térmica (cogeração) seja, atualmente, o mais conhecido e praticado, não é o único possível.

Outras rotas termoquímicas, além da queima, para a conversão da biomassa florestal em energia, combustíveis e materiais renováveis são opções viáveis para essa cadeia produtiva, trazendo maior lucratividade e eficiência energética à utilização de tais matérias primas e sub-produtos.

A rota termoquímica denominada pirólise rápida encontra-se em estágio avançado de desenvolvimento e necessita de instalações demonstrativas para efetuar e demonstrar a ampliação de escala, sendo o seu princípio já provado em escalas de até 200 kg de biomassa por hora. O produto principal desse processo é o bio-óleo com características combustíveis e que pode ser gaseificado para a produção de gás de síntese.

A gaseificação do bio-óleo produzido por pirólise rápida a partir de resíduos agro-florestais poderá ser realizada em gaseificadores pressurizados diretamente com oxigênio, evitando a diluição indesejada do gás de síntese no nitrogênio atmosférico e obtendo um gás de síntese muito mais puro e já em altas pressões. O gás de síntese é um produto comercial largamente usado na produção de fertilizantes nitrogenados e combustíveis sintéticos como diesel, gasolina e dimetiléter (DME), um combustível gasoso, usado atualmente como propelente de aerossóis, mas que é um potencial substituto para o diesel por ser combustível e ter alto poder calorífico.

A diversificação dos produtos da floresta plantada e a agregação de valor aos mesmos também deve considerar a produção limpa de carvão vegetal tanto para o uso siderúrgico como uso doméstico e comercial.

O Brasil, como grande produtor e consumidor de carvão vegetal para a siderurgia, poderá melhorar grandemente a sustentabilidade nesse setor com o uso de briquetes de carvão vegetal pela introdução de técnicas inovadoras de pirólise de resíduos florestais com a recuperação dos voláteis na forma de bio-óleo e conseqüente diminuição das emissões atmosféricas. O setor de carvão vegetal, que fatura anualmente cerca de R$ 57 bilhões no país (Diário do Comércio, edição 11/04/2008), poderá ser muito mais rentável com a adoção dessas tecnologias inovadoras.

A compactação de biomassa de pequeno tamanho de partícula, como é o caso da serragem e dos finos de carvão vegetal, é feita na forma de briquetes ou peletes, As tecnologias de briquetagem e peletização são largamente conhecidas e praticadas industrialmente em muitos países e poderão ser adotadas no Brasil, sem necessidade de grandes investimentos em desenvolvimento tecnológico.

A integração de várias rotas de processamento dará origem a biorrefinarias, que conceitualmente têm sido apontadas como a forma ideal de aproveitar integralmente a biomassa florestal e de integração energética dentro de uma única unidade fabril.

No processamento da biomassa, as biorrefinarias aliarão rotas termoquímicas com as rotas bioquímicas (como o etanol lignocelulósico), rotas químicas (como a transesterificação para biodiesel) e físicas (briquetagem e peletização) tendo como resultado maior a diversidade de produtos em relação ao que hoje se obtém com a mesma matéria-prima.

Assim, pretende-se atender ao mercado nas suas mais diversas demandas dando ao mesmo tempo maior agregação de valor à matéria-prima florestal e obtendo balanços energéticos mais favoráveis. Comparativamente a uma refinaria de petróleo, a biorrefinaria é uma instalação industrial capaz de produzir grande variedade de bens e serviços baseados apenas em biomassa primária e em seus resíduos.

Entre os produtos inovadores obtidos a partir da biomassa, o bio-óleo da pirólise rápida, o gás de síntese da gaseificação de biomassa, o fertilizante de liberação lenta a partir do bio-óleo e do carvão em pó, os briquetes de carvão vegetal siderúrgico, as resinas fenólicas pela substituição do fenol petroquímico por bio-óleo, as emulsões e uma lista de outros produtos são potenciais substitutos dos atuais materiais de origem fóssil usados pela indústria.

Resumidamente, podem-se listar as principais inovações, que, se forem adotadas são capazes de aumentar o rendimento no aproveitamento da biomassa de florestas plantadas: gás de síntese usando o bio-óleo em gaseificadores pressurizados;
Briquetes siderúrgicos usando carvão vegetal de resíduos florestais;
Fertilizantes de liberação lenta e materiais do tipo Terra Preta de Índio.

O projeto Florestas Energéticas da Embrapa busca aplicações inovadoras para uma matéria prima já tradicional no Brasil. Para que essas tecnologias se consolidem, os investimentos em PD&I devem ser direcionados para as diversas etapas incluindo as pesquisas necessárias, às diferentes escalas da tecnologia passando por plantas-piloto, testes em larga escala com acúmulo de horas de operação, plantas demonstrativas, finalizando com a introdução assistida no mercado.

Em todos esses casos listados, o Brasil dispõe de capacidade competitiva, tanto do ponto de vista intelectual, quanto do industrial, para desenvolver e aplicar as soluções no mercado interno e exportar tecnologias, produtos e serviços para mercados externos.

Embrapa Agroenergia

BIOMATERIAIS DE BAGAÇO DE CANA DE AÇÚCAR

Biomateriais
produzidos com base em bagaço de cana

O polo industrial de Camaçari, na Bahia, caminha para se tornar também um polo de inovação com foco em sustentabilidade. De lá estão saindo pesquisas no campo de biocompósitos (novos materiais de base vegetal) e biorrefinarias, um novo conceito em refinaria, baseado no uso de matérias primas verdes e a transformação de resíduos em matérias primas e combustíveis. Em 2010, o polo ganhará o primeiro Centro Tecnológico de Biocompósitos da América Latina.

As pesquisas mais adiantadas estão sendo conduzidas pela Cetrel, empresa controlada pela Braskem que presta serviços de tratamento de efluentes e engenharia ambiental para as companhias do polo. Com experiência em gestão de resíduos industriais, a empresa iniciou, de três anos para cá, os estudos para transformar boa parte desses materiais em novos insumos para a indústria. “A ideia central é que os resíduos de uma atividade produtiva se convertam no insumo de outras”, diz Dênio Cidreira, diretor de negócios e inovação da Cetrel.

Entre as frentes de inovação, estão os biocompósitos feitos de bagaço de cana-de-açúcar, um resíduo abundante em praticamente todo o País. “O bagaço da cana, combinado com polietileno e polipropileno pós consumo e cinzas inertes de processos de incineração, pode ser transformado em diversos novos produtos para produção em escala industrial”, diz Cidreira.

No início de 2010, explica, os primeiros produtos resultantes dessa combinação devem começar a ser fabricados. Serão painéis para aquecimento solar, banheiros químicos e madeira plástica, cuja aplicação será na construção civil, como substituta do PVC e da madeira in natura.

As parcerias para a fabricação desses produtos estão sendo definidas. No caso dos painéis para energia solar, a indústria será a Alpina, de São Paulo, e, para fabricação dos banheiros químicos, a Triflex, empresa que faz parte do grupo industrial Sasil. “Com esses parceiros, conseguimos o pulo do gato em termos de inovação sustentável. As placas serão produzidas com bagaço de cana e o polietileno ‘verde’ fabricado pela Braskem, também de cana-de-açúcar. O balanço de carbono será positivo”, diz Cidreira, explicando que os novos produtos fabricados com biocompósitos têm capacidade de retirar mais CO2 da atmosfera do que emitir, ao contrário dos produtos de base petroquímica.

As pesquisas com biocompósitos, que também incluem outros resíduos, como casca de coco e sisal, serão apresentadas esta semana na COP15, a conferência sobre o clima em Copenhague.

Os estudos sobre biocompósitos abrem uma nova oportunidade de negócios para as empresas de engenharia ambiental. No caso da Cetrel, que deve fechar 2009 com um faturamento de R$ 110 milhões, a meta é dobrar o faturamento até 2012, com os produtos como foco em inovação e sustentabilidade.

Em paralelo com os biocompósitos, outra tendência que a companhia está apostando suas fichas é no conceito de biorrefinaria, que começa a ganhar corpo na Europa, onde empresas e centros de pesquisa ligados a universidades pesquisam destinos para resíduos agrícolas, como de milho, beterraba, gramíneas e restos de madeira. “O conceito de uma biorrefinaria é semelhante ao de uma refinaria de petróleo, de onde saem vários produtos, como nafta, combustíveis e gás. Na biorrefinaria, podemos ter biocombustível, biopolímeros, biogás”, explica Susana Domingues, gerente de inovação tecnológica da Cetrel.

O interesse na criação de biorrefinarias levou a Comissão Europeia, braço executivo da União Europeia, a estimular a criação de ‘clusters’ de empresas agroindustriais, para que esses resíduos sirvam de matéria prima para biorrefinarias com zero emissão de carbono. O projeto, chamado de The Sustainable Carbon Negative Biorefinery of the Future (algo como A Refinaria Sustentável do Futuro com Emissão Zero de Carbono), inclui as universidades de Ghent, na Bélgica, de Manchester, na Inglaterra, e Toulouse, na França, além de um pool de quatro empresas europeias, mais a brasileira Cetrel. .estadao.com.br

ENERGIA ELÉTRICA PAINÉIS FOTOVOLTAICOS

A energia fotovoltaica resulta da transformação direta da luz em energia elétrica por meio de células geralmente à base de silício.

Para obter um potencial suficiente, as células devem estar associadas entre si para constituírem um painel solar. Como os painéis fotovoltaicos produzem correntes contínuas (como as pilhas), é necessário convertê-las, com ajuda de um conversor, em corrente alternativa (comparável àquela que alimenta os aparelhos de televisão, os computadores, as geladeiras, etc.).

Esta tecnologia fotovoltaica desenvolvida para os satélites artificiais tornou-se uma solução eficaz para alimentar com eletricidade as residências, em particular os sítios isolados. Tem uma grande utilidade em diversas aplicações, como, por exemplo, nas telecomunicações, no bombeamento de água, na iluminação pública, etc.

Há alguns anos, certos países da Europa empenharam-se em políticas visando acelerar o acesso à rentabilidade dos sistemas fotovoltaicos. Por exemplo, Freiburg, na Alemanha, já possui cerca de 10 mil telhados com painéis solares. Não são painéis de aquecimento, e sim fotovoltaicos. O governo alemão está programando chegar a 100 mil telhados, pois quer que cada um funcione como uma usina elétrica.

Por estar produzindo energia, pode oferecer financiamento com juros baixos. Os credores têm 4 anos para pagar suas células fotovoltaicas, cuja garantia é de 25 anos. Depois dos 4 anos, só há lucro; não há mais nada a pagar. Uma casa de 2 quartos, com um telhado médio, gera mensalmente 400 marcos de energia solar. O gasto mensal da residência é de 100. Os 300 marcos que sobram são vendidos para a rede. É essa renda extra que vem convencendo cada vez mais pessoas a transformar seu telhado numa usina solar. Isso é possível porque o governo alemão acaba de obrigar as companhias de energia a comprarem, por lei, durante os próximos 20 anos, toda a energia solar produzida, pagando um preço três vezes maior do que aquele que cobra dos seus clientes. Há alguns anos já existe o “Programa dos 100 mil telhados”, que dá crédito barato a todos que querem investir em energia solar.

A Universidade de Stuttgart desenvolveu um novo tipo de célula solar 50 vezes mais fina que um fio de cabelo. Os estudantes usam as células flexíveis em chapéus e paletós, empregando-os para carregar seus celulares. Já estamos, portanto, perto de uma revolução da energia.

Há um prédio que gira de acordo com a posição do sol. No verão, quando o sol é muito intenso, ele vira para o lado oposto. É uma verdadeira arquitetura solar. No bairro onde as casas têm painéis solares, as cores são muito vivas. É uma beleza. Já existem 130 casas assim. Há um estádio de futebol cuja cobertura é toda feita com painéis solares. Eles captam a energia e a conservam, a fim de usá-la à noite. A própria igreja também já tem seu telhado com energia fotovoltaica. Há, também, na Alemanha, um barco solar.

Nos EUA, mais de 20.000 residências utilizam a energia fotovoltaica, sendo que 4.000 no Estado da Califórnia.  À beira do mar, em Castrium, na Holanda, existe uma residência equipada com 23 metros quadrados de painéis fotovoltaicos integrados ao telhado, com uma potência de 2,5 kW. Os seus moradores vivem confortavelmente sem estar conectados à rede elétrica convencional. Não têm nada para pagar no fim do mês, pois o Sol não envia contas.

A energia solar captada por este conjunto de dois painéis carrega a um grupo de baterias capaz de alimentar uma tomada de 40 W e três lâmpadas de 11 W (fluorescentes compactas).  A energia armazenada nas baterias – com vida útil de um ano - mantém todo este equipamento em funcionamento por até 3 dias, sem necessidade de ser recarregada.  

http://www.eco21.com.br/

DR. DAVID SUZUKI ECO-CONSCIÊNCIA.


Dr. David Takayoshi Suzuki é geneticista, canadense, divulgador da ciência, protetor do meio ambiente.  Após meditar sobre isto ele percebeu que temos estruturado o problema do Meio Ambiente de forma equivocada.

Não existe um Meio Ambiente “lá fora” para interagirmos...
Nós somos o próprio Meio Ambiente, porque nós somos a Terra.

Isto lhe deu uma nova perspectiva sobre a nossa vida neste planeta. A maior parte das pessoas, entende que a humanidade está provocando severos danos ao suporte dos sistemas naturais que nos garantem ar limpo, água, solo e biodiversidade.

Mas cada um sente-se insignificante entre os 6,2 bilhões de habitantes do Planeta.  Não importa o que faça individualmente para reduzir o impacto na natureza, isso lhe parece pouco. O que podemos fazer?  Que tal começar por rever os hábitos de consumo? Não faz muito tempo que a frugalidade era virtude, hoje, dois terços da nossa economia está construída sobre o ato de consumir, isso não ocorre por acaso.

Produtos de consumo não surgem a partir do nada. Eles provêm da Terra,quando descartados, retornam à terra como lixo, às vezes lixo tóxico. Gasta-se energia no processo de extrair matéria prima, processá-la, manufaturar e transportar o produto. Enquanto que o ar, água, solo são freqüentemente poluídos em muitos pontos durante o ciclo de vida deste produto. 

Em outras palavras: tudo o que consumimos tem efeito direto na natureza.  Muito do que compramos não é essencial para nossa sobrevivência, ou para nosso conforto básico, mas tem como base o impulso, a novidade, o desejo momentâneo. Mas há um preço embutido, que nós, natureza e futuras gerações, iremos pagar.

Nossa escolha pessoal como consumidores tem conseqüências ecológicas,sociais, espirituais. É tempo de reexaminar, com profundidade, as noções que estão por trás de nossos estilos de vida.

Somos feitos dos 4 elementos mais o espírito, portanto, temos um ser elemental em nós  que interage com os seres elementais dos outros e com tudo em volta.

No encontro com os Povos Nativos, eles me contaram que nós somos feitos de 4 elementos sagrados: Terra, Ar, Fogo e Água. Após meditar sobre isto percebi que temos estruturado o problema do Meio Ambiente de forma equivocada.  Isto me deu uma nova perspectiva sobre a nossa vida neste planeta.
Precisamos saber entrar em qualquer lugar, pois não somos os donos de nada, apenas pedimos momentaneamente emprestado o que possuímos.  Devemos ter a humildade de agradecer às plantas, a terra, à água, ao fogo, ar, as rochas à terra, aos animais por tudo o que têm contribuído para o nosso crescimento.

Enquanto tivermos o EGO tomando decisões na frente do EU Superior e do EU Elemental que também somos, teremos poucas chances de salvar esse maravilhoso planeta chamado TERRA, onde habita o ESPÍRITO GAIA.  E que Deus nos perdoe pela imensa ignorância.

Como a parte de seu trabalho a fundação publica boletins de notícias, estudos científicos, a pesquisa relata, livros, jogos da informação, folhetos, e liberações da notícia. Tem também dois programas ongoing a ajudar alcançar seus objetivos, os primeiros são o desafio da natureza e o segundo é Sustainability dentro de uma geração.

Como mecanismo para promover a consciência pública, criou o programa do desafio da natureza, pesquisou as 10 maneiras eficazes para ajudar conservar a natureza e melhorar nossa qualidade de vida, convidou o público escolher viver ao menos três delas em suas vidas diárias. Sua lista:

Não use pestícides
Caminhada, bicicleta
Reduza o uso da energia por 10%
Escolha um repouso energy-efficient
Coma carne um dia a menos na semana
Aprenda mais sobre ecologia/meio ambiente
Escolha um veículo econômico em combustível
Transporte alternativo, sustentabilidade ambiental
Compre alimento localmente crescido e produzido
Escolha uma atividade perto do trabalho ou da escolal

Severn Suzuki, filha do Dr. David Suzuki, fez um pronunciamento na ECO 92 com apenas 12 anos, naquela oportunidade, representando a Organização das Crianças em Defesa do Meio Ambiente.

wikipedia.qwika.com