sexta-feira, 2 de julho de 2010

FORMIGAS TÊM ATITUDE FAÇA VOCÊ MESMO

Formigas mostram suas habilidade
 de tapa-buraco no laboratório.

Insetos têm atitude 'faça-você-mesmo' na hora de resolver o problema. Quando o tráfego diminui, elas deixam o buraco e voltam pra casa.Ao trafegar por uma estrada esburacada você consideraria usar seu próprio corpo para tapar um buraco e ajudar as outras pessoas a chegarem mais rápido? Pois é exatamente isso que as formigas fazem, segundo um estudo britânico divulgado neste final de semana. Quando o assunto é consertar a estrada rapidamente, as formigas levam a expressão ‘faça-você-mesmo’ ao extremo, segundo os cientistas.

Esse comportamento inusitado é observado quando os insetos saem para buscar comida, em grupos de até 200 mil. Para acelerar a entrega do alimento aos filhotes que aguardam no ninho, algumas formigas entram nos buracos do caminho para evitar que as outras percam tempo caindo ou desviando.

A “tapa-buracos vivo” parece estranha, os pesquisadores Scott Powell e Nigel Franks, da Universidade de Bristol, garantem que o comportamento melhora a qualidade da superfície em que as formigas têm que se locomover. A velocidade do grupo aumenta e a quantidade de comida levada ao ninho também.
Enquanto umas correm para lá e para cá,
outras tapam os buracos

“Todo mundo que já xingou quando seu veículo atingiu um buraco pode se identificar com esse problema”, diz Franks.  Quando o tráfego diminui, as formigas que estavam com a inglória tarefa saem do buraco e seguem as companheiras.

A descoberta será detalhada na edição de junho da revista científica "Animal Behaviour". G1 

quinta-feira, 1 de julho de 2010

NOOSFERA ESFERA DO PENSAMENTO HUMANO


A Noosfera pode ser vista como a "esfera do pensamento humano", sendo uma definição derivada da palavra grega nous, "mente" em um sentido semelhante à atmosfera e biosfera.

Na teoria original de Vernadsky, a noosfera seria a terceira etapa no desenvolvimento da Terra, depois da geosfera (matéria inanimada) e da biosfera (vida biológica). Assim como o surgimento da vida transformou significativamente a geosfera, o surgimento da conhecimento humano, e os conseqüentes efeitos das ciências aplicadas sobre a natureza, alterou igualmente a biosfera.

O conceito da noosfera é atribuído ao filósofo francês Teilhard de Chardin. Segundo ele, assim como há a atmosfera, a geosfera e biosfera, existe também o mundo ou esfera das idéias, formado por produtos culturais, pelo espírito, linguagens, teorias e conhecimentos. Seguindo esta linha de pensamento, alimentamos a noosfera quando pensamos e nos comunicamos. A partir de então, o conceito de noosfera foi revisto e conseqüentemente sendo previsto como o próximo degrau evolutivo de nosso mundo, após sua passagem pelas posteriores transformações de geosfera, biosfera, "tecnosfera" (temporária e em andamento) e, então, a noosfera. wikipédia

ÁRVORES RARAS SE INCOMODAM COM A MESMA ESPECIE


Um área de pesquisas do tamanho de cerca de cem campos de futebol na floresta tropical do Panamá é cenário de um experimento que acaba de jogar luz sobre uma questão intrigante a respeito dos ecossistemas – o motivo pelo qual algumas espécies são mais raras que outras.

Estudo publicado na última edição da revista "Science" aponta que as árvores mais raras na floresta tropical apresentam maior sensibilidade à presença de indivíduos da mesma espécie nas proximidades. Quanto maior a concentração dessas espécies em determinada área, menor é a chance de sobrevivência de suas mudas.

Entre vegetais de espécies diferentes não foi possível determinar este tipo de relação. Não está claro exatamente o que faz com que as plantas do mesmo tipo prejudiquem umas às outras.

Segundo informações do Smithsonian Tropical Research Institute, nos EUA, a pesquisa liderada por Liza Comita é resultado de quase uma década de medições e observações na área de floresta preparada especialmente para estudos sobre o funcionamento do ecossistema – mais de 400 mil árvores e arbustos de 300 espécies foram marcadas pelos cientistas.

“Com base na informação sobre a sobrevivência de mais de 30 mil mudas de 180 espécies de árvores tropicais, chegamos à conclusão de que aquelas de espécies raras são muito mais sensíveis à presença de vizinhos de sua própria espécie", detalha.   

G1

ÁRVORES SÃO SERES VIVOS IMPORTANTES PARA O EQUILIBRIO PLANETÁRIO


Cada ser vivo tem seu lugar na natureza e realiza muitas tarefas. As árvores são muito importantes tanto para nossas vidas como para o equilíbrio da natureza.

Diariamente, uma árvore com 13 metros de altura absorve cerca de 250 litros de nutrientes que são dissolvidos no solo, transportando-os até o mais alto de suas folhas; as folhas por sua vez, absorvem o gás carbônico (Co2), matéria bruta para a transformação dos sais minerais em carboidratos e a luz do sol, da qual todo o sistema da árvore depende para se desenvolver; este processo chama-se Fotossíntese: foto: luz, e síntese: colocar junto.

Durante esse processo uma árvore de porte médio libera aproximadamente 2 metros cúbicos de oxigênio puro.

As raízes são os órgãos de alimentação, fixação e sustentação. Todas as plantas funcionam como fabricas de matéria orgânica e produzem alimento para quase todos os animais sob a forma de raízes, folhas, flores, frutos e sementes.

Quando comemos carne, estamos comendo o capim que o boi comeu e transformou em sua própria carne.

Calcula-se que uma árvore de porte médio transpira o equivalente a 60 litros d'água por dia, a umidade escapa pela folhas na forma de vapor d'água e fica espalhada no ar, sendo que esse vapor se mistura com as partículas de poeiras que flutuam no ar ficando cada vez mais pesadas devido ao acúmulo e caem ao chão.

As árvores são eficientes removedoras de poeiras nas ruas. Uma pesquisa feita na Alemanha demonstrou que o teor de partículas de poeira em ruas arborizadas é de apenas 25% em relação às não arborizadas.

As grandes quantidades de vapor de água liberadas pelas árvores ajudam a controlar o clima da região.

Por isto, as árvores podem refrescar muito uma rua, um bairro, uma cidade e uma nação. Uma árvore de porte médio tem o mesmo poder de resfriamento de quatro maquinas de ar condicionado.

Assim como ocorre com as ondas de calor, também as ondas sonoras têm sua energia freada, quando se chocam com a barreira das árvores, ao bater nas folhas o som é em parte absorvido, e parte desviado de seu curso, tornando-se menos intenso ou sendo inteiramente eliminado.

De suas folhas, raízes e frutos extrai-se óleos e substâncias medicinais para fabricação de remédios, alimentando outras indústrias como a fabricação de produtos para melhorar a estética das pessoas (cosméticos).

Sua beleza, uma árvore é sempre bonita, o verde de suas folhas nos acalma, como é bom encontrar uma árvore quando o dia está muito quente e sol forte.

A copa das árvores quebra o impacto das gotas de chuvas e ao mesmo tempo, o solo fica coberto por uma camada de folhas e galhos secos que caem das árvores formando um excelente adubo orgânico, sendo que essa camada que se forma por cima do solo funciona como uma esponja que absorve a água que cai de mansinho por entre a folhagem das copas.

Essa água irá penetrar devagar na terra e alimentar as águas dos lençóis freáticos. Na beira dos rios, para protegê-los, são as chamadas matas ciliares (o nome refere-se aos cílios, que protegem os nossos olhos), que ficam nas margens dos rios; sem elas a vida do rio corre perigo, essas matas afofam o solo da beira dos rios, funcionando como uma esponja, alimentando os lençóis de água que por sua vez alimenta o rio através de suas nascentes, suas raízes evitam a erosão, pois retêm as partículas do solo (terra) e outros materiais que iriam parar nos leitos dos rios, diminuindo o oxigênio da água e os alimentos dos peixes.

Ao plantarmos uma árvore, estaremos efetuando o "Seqüestro de Carbono", sendo as árvores o cativeiro do Co2, pois para a árvore se desenvolver ela necessita do Co2, o qual ela seqüestra do ar no processo de fotossíntese e ainda libera oxigênio puro; a árvore passa a ser o cativeiro, se for cortada ou queimada o Co2 será novamente liberado desse cativeiro.

Precisam ser plantadas muitas árvores nativas frutíferas, pois elas têm um papel importante na alimentação de aves, insetos e morcegos que são agentes de polinização das flores e de dispersão das sementes de outras árvores nativas, ajudando a propagar as espécies vegetais num raio de muitos quilômetros e ainda serve de moradia para vários animais.

Se não for contido o Desmatamento, em apenas vinte e cinco anos, mais de 50.000 (cinqüenta mil) espécies de plantas estarão Extintas.

Cerca de 1,5 Km2 de floresta tropical é destruída a cada 6 minutos, neste ritmo, toda a floresta tropical restante estará destruída até o ano 2035.

Atualmente existe apenas uma árvore para cada 500 habitantes em nosso planeta. http://www.ecolnews.com.br/

Façamos como os índios Americanos que até hoje se recusam a cortar uma árvore viva;

Na Indonésia, os membros da tribo Mandelings jamais aceitaram a responsabilidade de abater uma árvore;

No Brasil os índios acreditam em seres sobrenaturais, como o Curupira e o Caapora, que perseguem e castigam quem destrói as árvores.

As árvores são seres vivos que nascem, crescem, se reproduzem e morrem!

Respeitar a Natureza é respeitar a vida!

ELETRICIDADE A PARTIR DE ÁRVORES VIVAS

Não é só derrubando e queimando que se pode gerar energia com uma árvore. Uma empresa dos EUA desenvolveu uma forma surpreendente de colher a eletricidade de dentro dos troncos de árvores vivas.

O que a Voltree, empresa sediada no estado de Massachusetts faz, é aproveitar a diferença de acidez que existe entre o solo e o interior da árvore para usá-la mais ou menos como se fosse uma bateria. Assim, basta acoplar seu equipamento no tronco e a planta vira uma espécie de tomada.

A energia obtida é considerada "ultrabaixa", muito fraca para que possa ser considerada uma alternativa para, por exemplo, alimentar uma casa, mas suficiente para suprir pequenos sensores que podem integrar redes de monitoramento terrestre de florestas, que indicam dados climáticos e alertam para queimadas.

O método ainda está sendo aperfeiçoado nos EUA e deve ser lançado em junho de 2010. No momento, a Voltree trabalha no desenvolvimento de um sistema de rádio mais eficiente que permita transmitir os dados capturados pelos sensores com uso mínimo de energia.

Em entrevista ao Globo Amazônia, a diretora-executiva da empresa, Stella Karavas, explica que não tem negócios fechados para uso do sistema na Amazônia, mas que ele é adequado também para a floresta tropical. “É definitivamente um mercado que estamos de olho”, diz.

A densidade da floresta tropical, segundo Stella, não é um problema. “Os aparelhos não precisam de vento, nem de sol”, aponta. Essa é uma vantagem para capturar dados mais precisos na altura do solo. “Basicamente é possível ligá-los em qualquer ser vivo não-animal”, aponta Stella. “Eles funcionam até ligados em cactos”, completa.

Futuramente, a Voltree espera poder também acoplar sensores de presença nos “colhedores de energia”, permitindo que sejam usados para fins de segurança nacional, como monitorar fronteiras em regiões de floresta – um grande problema na Amazônia. Globo Amazonia

SENSORES NAS ÁRVORES ALERTAM SOBRE INCÊNDIOS FLORESTAIS

Pesquisadores do MIT estão desenvolvendo uma rede de sensores capaz de alertar os bombeiros sobre incêndios florestais antes que o fogo tenha tempo de se espalhar por grandes áreas, além de melhorar a previsão do tempo

Para funcionar de forma segura e durante longos períodos, sem exigir manutenção ou troca de baterias, os sensores tirarão a energia necessária para seu funcionamento diretamente das árvores nas quais eles serão instalados.

Os sensores também poderão servir para coletar informações sobre o tempo, ampliando a cobertura das atuais estações de dados climáticos. Os pesquisadores afirmam que a dispersão de pequenos sensores ao longo de grandes áreas será muito mais barata do que a construção de novas estações e permitirá previsões do tempo mais precisas.

O Dr. Shuguang Zhang, responsável pela pesquisa, afirma que a energia coletada das árvores será suficiente para permitir que o sensor transmita os dados coletados até quatro vezes por dia, em situações normais, ou imediatamente se for detectada a ocorrência de incêndio.

Cada sensor é equipado com uma bateria recarregável que terá sua carga reposta pela eletricidade capturada diretamente da árvore. Cada árvore não gera grande quantidade de energia, mas o aproveitamento contínuo da minúscula carga gerada será suficiente para manter a carga da bateria.

A transmissão utiliza uma conexão sem fios de baixa potência porque cada sensor só precisa transmitir seus dados para o sensor mais próximo, que se encarrega de transmiti-lo para o seguinte, e assim por diante, até que as informações cheguem à estação coletora.

Os pesquisadores descobriram que a eletricidade gerada pelas árvores vem de um desequilíbrio entre o pH da árvore e o pH do solo.

Segundo eles, o fenômeno é diferente das reações eletroquímicas de oxidação-redução (redox) que fazem funcionar as baterias de batata, muito vistas em feiras de ciências. Eles também descartaram a influência de redes subterrâneas de energia, ondas de rádio e outras fontes eletromagnéticas externas.

Inovação Tecnologica

ÁRVORES PRODUZEM ENERGIA LIMPA

 
É comum batizar de “energia verde” as fontes de energia renováveis e que não agridem o meio ambiente, como a energia solar, eólica ou a obtida a partir do movimento das ondas. Mas pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA, descobriram uma nova fonte de energia limpa que permite levar a expressão ao pé da letra: as árvores

Uma equipe formada por alunos e professores do curso de engenharia elétrica descobriu que as árvores produzem pequenas quantidades de energia, da ordem dos milivolts (milésimos de volt), que podem ser medidas e aproveitadas para alimentar pequenos aparelhos eletrônicos. O valor exato varia de árvore para árvore, mas a equipe conseguiu determinar que em espécies como o Bordo ela pode chegar a até 200 milivolts.

É pouco, mas com a ajuda de conversores CC-CC, também projetados pela equipe e que aumentam a tensão para aproximadamente 1,1 V, é o suficiente para alimentar circuitos de baixíssimo consumo, como sensores que poderiam ser usados para detectar incêndios florestais ou monitorar a saúde das próprias árvores.

Segundo o professor Babak Parviz, um dos líderes da equipe, não se sabe exatamente qual mecanismo resulta na produção de energia. Sabe-se. contudo, que não se trata da conhecida reação entre dois eletrodos de metais diferentes (como cobre e alumínio) mergulhados em uma solução eletrolítica – por exemplo, espetados em um limão ou batata. No caso da “energia das árvores”, a eletricidade é gerada independentemente dentro da planta e apenas coletada pelas lâminas. Uma prova disso é que o efeito demonstrado pela equipe da Universidade de Washington ocorre com eletrodos compostos pelo mesmo metal, além do fato de que um deles não é cravado no tronco da árvore e sim inserido no solo, próximo às raízes.

http://www.geek.com.br/