domingo, 21 de fevereiro de 2010

MESTRE SAINT GERMAIN AS CIDADES SUBMERSAS DA AMAZÔNIA

Enquanto arqueólogos fazem novas descobertas sobre antigas civilizações, cresce o interesse pelas visões do Mestre Saint Germain sobre supostas cidades amazônicas ligadas à Atlântida.

Com uma série de descobertas recentes sobre antigas civilizações na Amazônia, voltaram à baila antigas visões atribuídas a Mestre Saint Germain, segundo as quais teria havido uma ramificação da Atlântida na Amazônia – as lendárias Cidades Submersas.

Segundo as visões, haveria um monte referente à ponta de obelisco de 18 metros com apenas três acima do solo. Aquele, segundo Mestre Saint Germain, seria “o ponto mais elevado de uma importante cidade que foi sepultada durante o último cataclisma, por ocasião da submersão da Atlântida. O obelisco seria feito de “metal imperecível”, estando coberto de hieróglifos atlantes. “A cidade, originariamente, foi construída a 16 quilômetros da margem do rio, mas na ocasião em que foi submersa, a embocadura do rio se alargou muitos quilômetros”.

Levando um discípulo, elevou-se ao espaço “acompanhando o curso do rio Amazonas até o ponto situado a 56 graus de longitude Oeste”. Dali, a um ponto 70 graus Oeste: “O local que ele indicou abrangia o Amazonas entre esses dois pontos e também dois de seus principais afluentes”, detalhou o discípulo.

“Esta civilização desenvolveu-se durante o período compreendido entre 12 mil e 14 mil anos passados”. Ficaria no trecho que vai desde onde o rio Madeira desemboca no Amazonas, até um ponto a Oeste onde o Amazonas toca a Colômbia e o Peru. “Há 13 mil anos, o Amazonas era represado em grandes diques de pedra. Toda a região que o cercava permanecia a uma altitude de 1.500 metros, no mínimo, e em lugar do clima tropical de hoje, prevalecia uma temperatura semitropical durante todo o ano”.

Até grande distância dessa localidade, a região era constituída por uma planura ou platô. Perto da foz do Amazonas havia belas e grandiosas quedas de água. A cidade onde se achava o obelisco foi construída entre essas quedas e a costa marítima, cerca de 16 km ao sul do rio. Havia grandes répteis e animais ferozes nas proximidades do rio Orenoco, mais para o Norte. Esse povo estava em contato direto com todas as partes do mundo, por meio de maravilhosa navegação aérea, produzida para seu uso. Toda luz, calor e força eram extraídos diretamente da Atmosfera.

Nos arredores do rio Madeira, o local de uma antiga cidade, a capital do império e o lugar mais importante na civilização daquele período”. Segundo o discípulo, a cidade se tornou claramente visível.

“Prosseguimos até uma curta distância”, relatou o discípulo, “e paramos num lugar onde havia uma grande laje estendida no chão”. Tendo Mestre Saint Germain focalizado seu poder sobre ela, a pedra elevou-se da terra e deslocou-se para o lado, descobrindo uma abertura com degraus que conduziam para baixo. “Descemos cerca de doze metros e chegamos a uma porta lacrada. Ele passou ligeiramente a mão sobre a porta, que se deslacrou revelando certos hieróglifos”.

Em uma porta, os hieróglifos diziam: “Templo vivo de Deus para o homem”.Aberta a porta, entraram numa sala onde havia caixas com folhas de ouro nos quais foram escritos com estiletes os anais dessa civilização. Através de uma passagem secreta ligando quatro pequenas salas encontraram vasos cheios de jóias pertencentes ao templo.

A quarta sala continha sete diferentes tipos de caixa que continham os instrumentos receptores e transmissores de “energia extraída do Universo para iluminação, aquecimento e força propulsora”. Nada que dependesse de petróleo, portanto.

A ciência, o que diz? Que uma vasta região na Amazônia foi o centro de cidades antigas nas quais cerca de 50 mil pessoas viviam, de acordo com a descoberta feita com imagens de satélites por cientistas, publicou a revista Science de agosto passado. Em meio a frequentes descobertas ocorridas na Amazônia, o interesse pelas visões de Mestre Saint Germain vai crescendo à medida que as pesquisas arqueológicas prosseguem.

“Pouco antes de ser soterrada, a cidade havia alcançado o pináculo da glória”, diz o relato. “O Grande Mestre Cósmico responsável por tudo aquilo apareceu no Império pela última vez. Chegou para dar aviso de um desastre iminente – súbito e completo – e teria salvo seus habitantes se estes lhe houvessem dado atenção”. Novamente chegamos ao mito da Arca de Noé, comum a várias civilizações.

A maioria ignorou o aviso, mas “o imperador e os espiritualmente mais adiantados deixaram o Império e chegaram a um lugar na parte oeste dos Estados Unidos da América, onde permaneceram em segurança até operar-se a transformação”.

Ao aproximar-se do fim do quinto ano, ao meio dia, “o sol escureceu e um pavor imenso tomou conta da própria atmosfera” e “ao anoitecer, medonhos terremotos sacudiram o solo e demoliram edifícios num caos inacreditável”. A terra que hoje é a América do Sul perdeu o equilibrou e rolou para Leste, “submergindo de 48 metros toda a Costa Oriental”.

Mais tarde, diz o relato, “foi se endireitando gradualmente até chegar a 18 metros de sua posição original em que hoje se encontra”. O rio Amazonas tinha cerca de 29 quilômetros de largura e era mais fundo, sendo navegável de um extremo ao outro, fluindo de onde é agora o lago Titicaca, no Peru, para o oceano Atlântico.

Haveria ainda uma cidade subterrânea perto do rio Juruá, que seria a segunda cidade em importância do império. Esta cidade era “a sede das operações comerciais e governamentais, ligadas ao bem estar material da população, bem como o tesouro nacional, as atividades governamentais, experimentais de ciência e pesquisa”. 
E a segurança pública? “Não havia necessidade de polícia ou organização militar de espécie alguma, em virtude do método pelo qual o povo era relembrado da Lei e do maravilhoso poder sustentador que era irradiado, tornando-o apto a prestar obediência a ela”.

Ali, Mestre Saint Germain mostrou tesouros fantásticos, como potes e vasos cheios de pedras preciosas não lapidadas de todas as espécies. Em outra sala, os vasos continham lâminas de ouro delgadas, nas quais estão gravadas fórmulas e os processos secretos usados no período, como aparelhos para gravar ouro, para cortar e polir pedras preciosas. “Havia nessa sala grande quantidade de pepitas de ouro nativo; ouro em pó e em lingotes, pesando entre três e quatro quilos cada um”.

Mestre Saint Germain então disse: “É absolutamente impossível liberar para a massa da humanidade a fabulosa riqueza que vedes diante de vós, porque o egoísmo que ora impera no mundo comercial tornaria o cúmulo da loucura deixar a humanidade desperdiçar mais dons da natureza do que já desperdiça”.

A cidade submersa próxima ao rio Madeira, que na visão do Mestre Saint Germain teria sido a capital do império e o lugar mais importante da civilização na época – algo como Nova Iorque, hoje – era “construída em uma série de círculos, de cujo centro partiam as ruas comerciais, como raios cubo de uma roda”.

“Os círculos externos eram avenidas de passeio, construídas de cinco em cinco quilômetros. Havia sete dessas avenidas, perfazendo a cidade setenta e quatro quilômetros de diâmetro, compreendendo o círculo central. Assim, as atividades comerciais não interferiam na beleza e conveniência das avenidas”. A Cidade era construída em círculos. O primeiro círculo interior, diz a narrativa, tinha cerca de seis quilômetros de diâmetro e dentro dele estavam situados os edifícios governamentais de todo o império: “As ruas eram todas belamente pavimentadas e construídas a uma distância de quarenta e cinco a sessenta centímetros abaixo dos edifícios e terrenos adjacentes. Eram irrigadas todas as manhãs e lavadas com perfeição, antes de começarem as atividades diárias”.

Um aspecto da arquitetura da cidade, milênios antes de Lúcio Costa e Oscar Niemeyer, consistia em que os últimos andares de quase todos os edifícios, especialmente residências, eram construídos com abóbadas ajustáveis: “Podiam ser fechadas e abertas à vontade, porquanto eram construídas em quatro seções, e dispostas de tal modo que podiam convir tanto para dormir como para fins de divertimento”.

Como Washington, a capital do império atlante na Amazônia tinha um capitólio, os 
olhos das pessoas “eram do mais belo azul-violeta, muito límpidos e brilhantes, exprimindo grande e tranquila inteligência”, “uma raça inteira de gente de cabelos dourados e bela tez branca rosada”.

Havia um governante, que se chamava Casimir Poseidon: “Seus fartos cabelos dourados pendiam-lhe sobre os ombros. O manto real era feito de material que parecia veludo de seda cor violeta, guarnecido de ouro. Sob o manto, uma roupa justa cujo tecido era de ouro flexível. A coroa consistia numa simples fita, também de ouro, com um enorme diamante no meio da testa”. Também não foge à visão do Mestre Saint Germain a causa da destruição da Atlântida e de outros impérios.

“Toda vez que qualquer governo, ou o próprio povo, começa a derivar para os caminhos da devassidão, de tal modo que a injustiça e o mau uso da Vida tornam-se hábitos, quer dos administradores, quer do povo, a desintegração sobrevém continua até que eles, ou voltam às Leis Fundamentais de Equilíbrio e Pureza, ou são esmagados por sua própria discórdia, para que o Equilíbrio possa ser restabelecido – e uma Nova Era se inicie”.
Revista Momento Brasil

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